Doce inocência
Ainda lembro o cheiro da infância minha
O medo, as crenças, a casinha
O escuro apavorava demais
A saída era correr pros pais
Eram tantas perguntas, tantas vontades
O porquê das tempestades,
O porquê do mundo girar,
O porquê da vida acabar
Não faço mais as coisas que eu fazia
Saudade dos tempos de alegria
O passado se faz presente
No coração de tanta gente
De quando tinha aquela essência
Não reina mais a doce inocência
Hoje quem me sustenta é a lembrança
Do velho tempo de criança
... que não volta mais.
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